Dentro das minhas complexidades, postarei aqui um pouco de mim, de meus pensamentos, do meu dia-a-dia... coisas que achar interessantes e outras nem tanto... Postarei o que quiser, afinal de contas, o Blog é meu mesmo...
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sexta-feira, 4 de julho de 2008






6. Dirija menos e use transporte público – Você usa o transporte público, caminha ou anda de bicicleta? Essas são boas alternativas e podem fazer uma grande diferença na quantidade de emissão de gases que provocam o aquecimento global. Se tiver de dirigir, tente dar carona sempre que possível.




Mudança de hábitos

Por mais que, num primeiro momento, o problema possa parecer complexo demais para fazermos parte de sua solução, simples mudanças de hábitos ajudam (e muito) a combatê-lo ou minimizá-lo. Veja abaixo algumas delas:
  • Planeje seus deslocamentos
  • Percorra distâncias curtas a pé ou de bicicleta
  • Utilize transportes coletivos pelo menos um dia por semana para ir ao trabalho
  • Prefira meios de transportes limpos aos poluentes
  • Quando utilizar o carro, dirija com economia
  • Prefira automóveis com motores movidos a álcool (combustível menos poluente do que a gasolina)
Podemos ainda (para não dizer que devemo s) cobrar, das autoridades públicas de nossas cidades, medidas que facilitem este movimento. Listamos abaixo algumas delas:
  • Renovação/expansão da frota e capilaridade dos sistemas de transportes coletivos (como ônibus,

    metrô e trem)
  • Criação/expansão de ciclovias nas cidades
  • Aluguel de bicicletas públicas
  • Criação de bicicletários (estacionamentos públicos de bicicletas) em pontos estratégicos
  • Rodízio de veículos.


Note que são atitudes relativamente simples de serem tomadas e que, sem dúvida, somadas, têm um efeito mitigatório significativo sobre os problemas ambientais enfrentados atualmente pela nossa sociedade. E o que não faltam são alternativas, não é mesmo?


E você, vai tirar o carro da garagem hoje?


Quer saber mais sobre o "Dia Mundial sem Carro"? Então clique aqui.

sábado, 14 de junho de 2008


5. Economizando água no banheiro.

Os vasos sanitários com caixa acoplada gastam, em média, 12 litros de água a cada vez que a descarga é acionada. Se você tem em sua casa descargas desse tipo e usa o banheiro cinco vezes por dia, gasta 60 litros de água diariamente.

Existe, porém, uma maneira simples de reduzir este gasto, colocando uma garrafa PET (aquelas de refrigerante) de 2 litros, cheia de água, dentro da caixa d´água da bacia. Com isso, você estará economizando 2 litros por descarga, ou 10 litros por dia.


Se esta prática for adotada em todos os banheiros da casa em que habita uma família de quatro pessoas, essa economia será de 40 litros por dia. Em um ano, essa água poupada é suficiente para matar a sede de 20 pessoas durante o ano inteiro.


E não se esqueça de nunca usar o vaso sanitário como lixeira, pois cada vez que você aciona a descarga para se livrar de papéis ou pontas de cigarro joga fora sem necessidade água limpa e tratada.


Dica: Existem bacias sanitárias mais modernas, com apenas 6 litros de água. Para saber se a sua é desse tipo, basta tentar colocar a garrafa PET dentro. Se não couber, significa que você já está gastando uma quantidade bem menor de água por descarga.


quarta-feira, 11 de junho de 2008



4. Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes.

Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136 quilos de gás carbônico anualmente.




Falando mais um pouco sobre as lâmpadas fluorescentes.
O uso de lâmpadas fluorescentes pode representar uma significativa economia doméstica. Apesar de serem mais caras do que as lâmpadas comuns, elas tem uma duração média de três anos. Mas, os componentes químicos presentes em sua composição podem causar prejuízos ambientais se não tiverem a destinação correta.


O grande vilão, nas lâmpadas, é o Mercúrio, um metal altamente tóxico, que pode contaminar o solo, os animais e a água. Isoladamente, o risco oferecido por uma lâmpada é quase nulo, mas levando em consideração as 80 milhões de lâmpadas comercializadas no Brasil, o problema se agrava. Quando intacta, ela ainda não oferece perigo, sua contaminação se dá quando ela é quebrada, liberando vapor de mercúrio.

A exposição excessiva à lâmpada fluorescente, que contém metais perigosos, pode prejudicar a pele. O grande problema é que algumas lâmpadas emitem junto com a luz visível uma quantidade variável de ultravioleta. A radiação do ultravioleta A e B já se sabe que é indutora de câncer de pele.


Se quando inteira todo o cuidado é pouco, depois de ser quebrada a atenção deve ser ainda maior. A lâmpada fluorescente libera vapor de mercúrio que causa intoxicação. O perigo pode permanecer no ar até 20 dias e provocar graves prejuízos à saúde. Na hora de jogar fora a lâmpada quebrada ou queimada, mais um problema. Ela quase nunca vai parar onde deve. O descarte errado contamina o meio ambiente. Uma única lâmpada é capaz de tornar não potável cerca de 20 mil litros de água.


Para evitar os riscos da contaminação, as lâmpadas queimadas deveriam ter seu destino regulamentado, evitando prejuízos à sociedade. O Conama, Conselho Nacional do Meio Ambiente, possuía um Grupo de Trabalho específico, que atuava para Disciplinar e Normatizar a Utilização, Manipulação e Destinação Final de Resíduos Mercuriais. Mas, esse GT foi paralizado em 2002 por ter sido encaminhada a definição da destinação de lâmpadas mercuriais ao GT sobre Proposta da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Contaminação

Cada lâmpada possui uma concentração média 10 mg de mercúrio, variando de acordo com o tamanho e o modelo. Fazendo a proporção entre o número de lâmpadas comercializadas e a quantidade de mercúrio existente em cada uma, chega-se ao valor de 800 milhões de mg de mercúrio lançados na atmosfera anualmente, somente no Brasil.

Se inalado, o vapor de mercúrio pode causar bronquite aguda e cefaléia, podendo até a causar danos mais sérios como insuficiência renal e edema pulmonar. Mas, somente as pessoas expostas diretamente aos vapores do mercúrio correm esses riscos. O valor estimulado como limite de tolerância pela legislação brasileira, de 33 microgramas de mercúrio por grama de creatinina urinária.

Em 1955, um acidente ecológico ocorrido em Minamata, no Japão, atingiu milhares de pessoas, que ingeriram peixes contaminados com mercúrio. Elas desenvolveram doenças neurológicas graves e suas seqüelas atingiram várias gerações, apresentando danos irreversíveis.


Gostou da informação? Você pode saber mais sobre o assunto em http://www.apliquim.com.br


segunda-feira, 9 de junho de 2008

Viver Verde Dicas

Hoje vou postar duas dicas, pois valem a pena as dicas.

2. Use somente pilhas e baterias recarregáveis. Elas duram anos, se utilizadas corretamente, e podem ser recarregadas em média 1000 vezes.







3. Cozinhe com fogo mínimo.

Se você não faltou às aulas de física no 2º grau você sabe: Não adianta, por mais que você aumente o fogo, sua comida não vai cozinhar mais depressa, pois a água não ultrapassa 100ºC em uma panela comum. Com o fogo alto, você vai é queimar sua comida.

domingo, 8 de junho de 2008

Viver Verde

Banner Maker

Hum... Acho que é uma obrigação de todos nós de se preocupar e colocar em prática algumas atitudes para ajudar a minimizar os danos que nós mesmos causamos para o nosso lar "a Terra". Salvar o Planeta é um obrigação e um dever comum a todo e qualquer ser humano que se preze de ser cidadão do Mundo.

A partir de hoje vou passar a postar algumas DICAS PRÁTICAS PARA PROTEGER O PLANETA, é a seção VIVER VERDE.

Espero que coloque em prática!!!

1. Tampe suas panelas enquanto cozinha.

Ao tampar as panelas enquanto cozinha você aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar, fazendo com que o alimento cozinhe mais rápido, economizando, assim
, o gás.





Isso vai te ser útil...